quinta-feira, 7 de julho de 2011

Corte americana decide que gays podem entrar no exército

Justiça considera inconstitucional a lei que veta o acesso aos homossexuais

 http://pheeno.com.br/uploads/2010/11/gay_military_moritorium-295x235.jpg

Uma corte federal dos Estados Unidos decidiu nesta quarta-feira que as Forças Armadas devem acabar de maneira imediata com a regra que impede aos homossexuais recrutados que declarem sua preferência sexual, apesar do governo se preparar para eliminar a medida.

A Corte de Apelações do Nono Circuito em São Francisco, na Califórnia, decidiu que a norma, conhecida como "Não pergunte, não fale", deve ser eliminada rapidamente e cita argumentos do governo em outros casos legais, nos quais expressou que a discriminação contra os homossexuais viola a Constituição dos Estados Unidos.


A decisão judicial foi anunciada no momento em que o governo federal se prepara para anular a norma com uma lei aprovada em dezembro do ano passado e já promulgada pelo presidente Barack Obama.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Globo exibe primeiro Beijo Gay em horário nobre, no Jornal Nacional


A Globo realmente me surpreende…
Depois de publicar aqui a matéria falando sobre o cancelamento da cena  no motel, do casal gay  Hugo e Eduardo, interpretados por Marcos Damigo e Rodrigo Andrade na novela Insensato Coração. Vem a boa notícia. A Globo exibiu em rede nacional, no Jornal Nacional, o primeiro beijo Gay em horário nobre (na Globo) entre dois  rapazes e duas mulhesres. O Beijo rolou durante a matéria sobre o maior casamento coletivo de casais gays.

Sobre o casamento coletivo
A Sede do Programa Rio Sem Homofobia foi o local escolhido para a cerimônia coletiva de 40 casais homosexuais que confirmaram suas uniões em um casamento coletivo, nesta quarta-feira, 22. Esta foi a maior cerimônia coletiva de união de casais homossexuais.

Via:Topassada.

Em "Insensato Coração", Sueli não aprova homossexualidade do filho

http://tv.i.uol.com.br/televisao/2011/06/22/louise-cardoso-em-cena-de-insensato-coracao-junho2011-1308766596874_560x400.jpg
Louise Cardoso em cena de "Insensato Coração" (junho/2011)

Depois de decidir que quer mesmo ficar com Hugo (Marcos Damigo), Eduardo (Rodrigo Andrade) toma coragem e conta para Sueli (Louise Cardoso), que é homossexual. A cena, que está prevista para ir ao ar no dia 13 de julho, é tensa. Após mais uma transa, Hugo cobra que Eduardo conte a verdade para sua mãe. Indeciso, ele vai conversar com Alice (Paloma Bernardi). Eduardo confessa que só agora sabe o que é estar apaixonado, mas se preocupa com o fato do namorado querer que todos saibam sobre a relação dos dois. Alice incentiva o amigo a dizer a verdade para Sueli, já que ela tem vários amigos gays.

Cheio de coragem, Eduardo vai para casa e decide ter uma conversa franca com a mãe. Sueli diz que há tempos desconfia que o filho está escondendo alguma coisa. Só que a mãe do moço acha que ele reatou o namoro com a mimada Paula (Tainá Müller). Nessa hora, Eduardo interrompe e diz que ele quer falar sobre uma pessoa que ela também gosta. Alice é a primeira pessoa quem lhe vem à cabeça de Sueli. Por aí, ele imagina que não vai ser tão fácil falar a verdade para a mãe. Eduardo diz que está falando do Hugo. Mesmo assim, Sueli não imagina que os dois estejam juntos e diz que não se importa com a amizade deles só porque o professor é gay. Eduardo, então, abre seu coração.


Eduardo -
A gente está namorando.
Sueli - Não! Você está proibido de ver o Hugo. Eu não vou deixar ele chegar perto de você! Ele se fingiu de nosso amigo e... Eu não vou deixar ele te levar pra esse caminho! Vou ter uma conversa séria com aquele rapaz. E você, Eduardo, deixa de ser influenciável! Eu sempre te dei liberdade pra fazer as suas burradas sozinho, mas filho gay eu não admito!

Sueli vai para o quarto e deixa Eduardo pasmo com sua reação. No dia seguinte, Hugo vai até o quiosque de Sueli beber água de coco. Ela serve o professor, senta com ele à mesa e avisa que não quer mais vê-lo perto de Eduardo. Hugo parece petrificado e pergunta o motivo. Ela retruca que ele é uma má influência para Eduardo. Hugo entende o que Sueli quer dizer e pondera:


Hugo -
Por favor, Sueli, ninguém influencia ninguém a virar gay. O Edu é gay e está em paz com isso.
Sueli - Não é, não! O Eduardo é garoto, está é confuso, você tá se aproveitando pra levar ele pra esse caminho aí.
Hugo - Eu esperava esta reação de qualquer mãe, menos de você. É o pior tipo de homofobia. Você nos suporta enquanto nós gastamos nosso dinheiro aqui, mas dentro da sua casa nem pensar, né?

Hugo deixa uma nota em cima da mesa, avisa que foi a última vez que ele foi ao "quiosque gay" de Sueli e vai embora. Enquanto isso, Eduardo recebe a visita de Alice em sua casa, que fica perplexa ao escutar do amigo a reação de Sueli ao descobrir que tem um filho homossexual. Aflito, Eduardo fala para Alice:


Eduardo -
Eu conheci um lado da minha mãe que eu nem imaginava que existia. Por mim, arrumava minhas coisas e saía daqui agora. Mas ela não tem grana pra bancar o apartamento sozinha. Só que eu não vou deixar de viver o que eu quero por causa dela. Se ela quiser transformar isso num inferno, é isso que vai ser.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Americanos juntos há 61 anos esperam mudança de lei para se casar em NY

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 Dois professores de canto, que vivem juntos há 61 anos, aguardam a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova York para se casarem.

Richard Adrian Dorr, de 84 anos, e John Mace, de 91, já receberam o convite de um amigo do Estado americano de Connecticut, onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, para oficializar a união.


Mas os dois, que moram em Nova York desde a década de 40, querem se casar na cidade e pretendem esperar até que o casamento gay seja aprovado lá.


"Começar uma nova fase na vida, ao se casar depois de 61 aos, seria completar algo que foi muito maravilhoso para nós dois", afirmou Richard Dorr.


"Seria ótimo poder dizer: 'somos casados'", disse Mace.


"Somos novaiorquinos e, depois de 61 anos de união, sentimos que temos o direito de ser casados, em Nova York. Já está na hora, não?", pergunta Dorr a Mace durante entrevista à ONG americana Freedom do Marry, que está fazendo uma campanha de divulgação pelo casamento dos dois professores.


Dorr e Mace aguardam a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova York, já que a lei já foi aprovada na Assembleia do Estado e agora espera aprovação do Senado de Nova York.


Além de Connecticut, o casamento entre pessoas do mesmo sexo já é aprovado em outros quatro Estados americanos: New Hampshire, Massachusetts, Iowa e Vermont, além da capital, Washington.


O governador do Havaí, Neil Abercrombie, aprovou a lei de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo em fevereiro, o que abre o caminho para que casais de gays e lésbicas tenham os mesmos direitos que casais heterossexuais a partir de 1º janeiro de 2012.

"Recorde"

Os dois são professores de canto e já deram aulas para atrizes como Vanessa Redgrave e Bette Midler.

Dorr e Mace se conheceram em 1948 quando estudavam na escola de artes Juilliard School, em Nova York. Mace trabalhava em meio período na escola e Dorr teve que ir ao escritório onde ele estava.


"Foi um momento que nunca vou esquecer", contou Mace.


"Disse para ele: 'quero cantar para você'", disse Dorr.


Desde que se uniram, eles criaram juntos o filho de Mace, Paul.


Mace afirma brincando que o tempo de união dos dois é como um "recorde".


"É tipo um recorde. (...) Tivemos pouquíssimas discussões", afirmou.


"Nunca vá dormir brigado", acrescentou Dorr.


Os dois pensaram em casar logo depois dos confrontos de 1969, no bar novaiorquino Stonewall entre os frequentadores homossexuais e a polícia, considerados como a "fundação" do movimento gay nos Estados Unidos e no mundo.


Mas, na época eles não conseguiram. No entanto, agora, os dois esperam a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo para se casar em Nova York.
Via:UOL.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Bíblia e os Gays, uma reflexão de Frei Betto

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A Bíblia e os Gays
Frei Betto [publicada em 23/05/2011 no site do Jornal O Globo]


É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.
No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva.
Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”…). Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).
No 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países-membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.
A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.
Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hetero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.
São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil.
A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.
A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama…). Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?
Ora, direis, ouvir a Bíblia!
Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.
Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão; e censurava o empréstimo a juros.
Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?
Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados.
A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.

Beijo gay masculino vai ao ar com alerta!!! Assim não vale!

http://www.papaigay.com/wp-content/uploads/2011/06/beijogay.jpg 
 “Depois do beijo lésbico entre Gisele Tigre e Luciana Vendramini em Amor e Revolução, agora vai ter um outro entre personagens homens.
Os atores Carlos Thiré e Lui Mendes não vão dar apenas um selinho, não.
Será um beijo de verdade.
Para não assustar o telespectador, o autor da novela decidiu avisar o público antes.
Vai aparecer a voz de um locutor dizendo que na cena seguinte haverá um beijo gay.
Vai ao ar em julho.”


-Gente, quando eu penso que as coisas vão ficar mais tranquilas, que as pessoas vão encarar a homossexualidade com mais naturalidade, me vem, o SBT e seu autor, dizer que vão passar um alerta antes da cena de um beijo gay na novela “Amor e Revoluçao”. Agora, imagina se isso tem cabimento? Como será esse alerta? “Cuidado, cenas chocantes aparecerão a seguir”, ou “”Retirem suas crianças da sala, um beijo gay irá acontecer entre 2 homens”! Não teve nada disso no beijo gay feminino, logo, isso só reforçará o preconceito. 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Após sofrer infarto, Isabelita dos Patins responde bem ao tratamento em UTI de hospital

http://ca.i.uol.com.br/carnaval/2010/02/17/isabelita-dos-patins-chega-a-tradicional-festa-gala-gay-que-fecha-o-carnaval-do-rio-1266385342636_615x300.jpg
Isabelita dos Patins, nome artístico do argentino Jorge Omar Iglesias, de 62 anos, responde bem ao tratamento e já se alimenta e conversa normalmente, segundo o boletim médico divulgado nesta quinta (2) pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Isabelita sofreu um infarto na noite de segunda (30), em seu apartamento, e foi transferida, na tarde desta quarta (1) para o hospital, localizado em Laranjeiras, na zona sul do Rio. Na unidade, foi submetida a um cateterismo para desobstruir uma artéria, procedimento que incluiu a colocação de um stent (prótese metálica posicionada no interior de artérias coronarianas).

A drag queen - uma conhecida figura do Carnaval carioca, que faz performances usando patins - deve permanecer na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) até sexta-feira, em observação.

O kit Anti-homofobia, afinal, tem conteúdo impróprio?

Quais os argumentos que os opositores usam para desclassificar os videos do kit anti-homofobia? Por que ele foi vetado? O que eles têm de tão polêmico? Decida você mesmo! Nesse link AQUI!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Cartões para o Dia dos Namorados

Loja da web gay friendly inova e lança cartões de namorados para seu público.
http://mundomais.com.br/materias/2240/foto1.jpghttp://mundomais.com.br/materias/2240/foto2.jpghttp://mundomais.com.br/materias/2240/foto3.jpg 
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A loja W Freedom que abriu a pouco tempo lançou esta semana esses lindos cartões para o Dia dos Namorados com conteúdo gay.
São seis modelos disponíveis e eles retratam casais e corações apaixonados.

Eu gostei e vc?

terça-feira, 17 de maio de 2011

Atores de Insensato Coração fazem fotos contra a homofobia

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As polêmicas declarações do deputado federal Jair Bolsonaro sobre negros e Homossexuais reacenderam o debate da luta contra a homofobia. O tema ganhará destaque nas próximas semanas de “Insensato coração”, e atores da trama posaram apoiando o Movimento Gay, que aguarda na Câmara a aprovação do projeto que criminaliza o preconceito contra Homossexuais.

Paola Oliveira responsabiliza a educação machista nas escolas pela intolerância. “É o homem que tem que ser rico, abrir a porta do carro e pagar a conta do restaurante. Por que? O certo é a mulher ir em busca da sua riqueza. Tudo que acontece de ruim, seja a violência ou a falta de respeito em relação à sexualidade, vem da falta de educação”, diz.

"É impossível acreditar que esse tipo de preconceito ainda exista", diz Ricardo Pereira. "O mundo não tolera mais esse tipo de preconceito", opina Tainá Müller. "Antes da escola, da rua, começa a educação em casa. Não dá para jogar a culpa nos amigos. Os pais é que constroem o caráter dos filhos", diz Rodrigo Andradde.

Clique aqui para ver as fotos.

Declaração de amor em libras

Garoto faz declaração de amor para o namorado
usando Libras, a linguagem de sinais.
(encontrei aqui)
Legal, num é!?

CNBB - Duas notas

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhL7EkmrrWcTOHJr0D-9KSVBc1FNrlYuwRj5ZLKBaUlFAe0Avqr8Ojv092UNTGbqxOLuW6CXngDHmX4q_FWrRAXl9p5MW6MV4lTElA0JJrExqOeXfKl4MvXnbpefkLE2D7W_jVET5mtqh5y/s320/indio-15.jpg 
Não estou falando de duas notas em categorias escolares, embora este ponto de vista possa servir como introdução. Neste caso, as duas notas seriam: 10 e 0. Até parece uma goleada. Infelizmente, o time da CNBB não é o vencedor, pelo menos no balanço final. As duas notas, sobre as quais pretendo escrever, são as recentes declarações da cúpula da Igreja Católica no Brasil. Uma observação importante: vou interpretar apenas duas de um número maior de notas emitidas, nestes dias, pela CNBB. Os bispos do Brasil, reunidos em Aparecida (interior de SP), nos últimos dias 4 a 13 de maio, na 49ª Assembléia Geral, abordaram diversos temas, emitindo no final alguns textos, tais como “As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil”, a “Moção de Apoio à Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida - Contra o aborto”, homenagem na ocasião da (próxima) beatificação de Irmã Dulce e da (recente) beatificação de João Paulo II, além de vários outros. Um dos textos que quero abordar é o “Compromisso solidário da CNBB com a Causa Indígena no Brasil” e o outro, “Nota da CNBB a respeito da decisão do Supremo Tribunal Federal quanto à união entre pessoas do mesmo sexo”. O primeiro destes documentos pode ser encontrado, por exemplo, no portal da Canção Nova (aqui) [não consegui localizá-lo no site da CNBB]. O outro está – evidentemente – no site da CNBB (aqui). A leitura fica muito mais interessante, quando se faz a comparação destas duas declarações. Ambas começam em tom solene, mas logo tomam rumos diferentes. Vejamos o início do “Compromisso solidário com a causa indígena”: Reunidos na 49ª Assembléia Geral, nós, bispos do Brasil, mais uma vez tomamos conhecimento dos sofrimentos e injustiças que afetam os povos indígenas do nosso País. Por isso, não podemos deixar de reagir, de forma solidária e comprometida, diante da grave situação em que se encontram tantos desses nossos irmãos. Beleza! Nota 10! Que tal, ao falar de homossexuais, começar da mesma maneira? Reunidos na 49ª Assembléia Geral, nós, bispos do Brasil, mais uma vez tomamos conhecimento dos sofrimentos e injustiças que afetam as pessoas homossexuais do nosso País. Por isso, não podemos deixar de reagir, de forma solidária e comprometida, diante da grave situação em que se encontram tantos desses nossos irmãos. Em vez disso, suas excelências (e algumas eminências), falam que equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. Tudo bem, há, no meio do texto, uma frase cautelosa que diz: As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana – mas não e é a mesma coisa, nem o mesmo efeito, quando se fala, mais adiante, sobre a ameaça que as uniões homoafetivas trazem para família. É o mesmo que dizer: não se pode discriminar nem tratar com violência as pessoas homossexuais, mas cuidado, porque essas mesmas pessoas desestabilizam a família que, como se sabe, é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado. Vamos defender a família de todos que pretendem ameaçá-la (e que todos que nos escutam, escolham a maneira de lutar por isso, até mesmo com paus, pedras, facas e armas de fogo, se for necessário). É claro que os bispos não chegam a este ponto, mas trata-se de um jeito antipedagógico de dizer as coisas. As ideias de violência podem, facimente, nascer numa mente "católico-homofóbica" (é o que não falta por aqui). Vejamos, também, outro trecho do texto sobre a causa indígena: Muitos povos indígenas enfrentam conflitos decorrentes da não demarcação de suas terras, perseguição de suas lideranças, ameaças de morte, assassinatos, prisões ilegais, criminalização de suas lutas e outras agressões à sua dignidade e aos seus direitos constitucionais. Esses conflitos são responsáveis pelo alto índice de violência que, de 2003 a 2010, ceifou a vida de 499 indígenas. No texto “dedicado” aos homossexuais poderia ser, mais ou menos, assim: Muitos homossexuais enfrentam conflitos decorrentes da falta de espaço na vida social e religiosa, perseguição de suas lideranças, ameaças de morte, assassinatos, prisões ilegais, criminalização de suas lutas e outras agressões à sua dignidade e aos seus direitos constitucionais. Esses conflitos são responsáveis pelo alto índice de violência que, apenas em 2010, ceifou a vida de 260 homossexuais e de outros 65, nos primeiros três meses deste ano. No Brasil, um homossexual é morto a cada 36 horas e esse tipo de crime aumentou 113% nos últimos cinco anos. Que ilusão! Não há nada sobre isso! A ausência – no texto dos bispos - de qualquer menção sobre a trágica situação de homossexuais, tem uma explicação. Na nota sobre as uniões entre pessoas do mesmo sexo, os bispos apontam a fonte de sua inspiração: motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa. Para quem não sabe, o Documento de Aparecida é o fruto da 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, inaugurada pelo Papa Bento XVI e realizada em Aparecida no ano de 2007. O documento trata a “questão homossexual” assim: Entre os pressupostos que enfraquecem e menosprezam a vida familiar encontramos a ideologia de gênero, segundo a qual cada um pode escolher sua orientação sexual, sem levar em consideração as diferenças dadas pela natureza humana. Isto tem provocado modificações legais que ferem gravemente a dignidade do matrimônio, o respeito ao direito à vida e a identidade da família. [n° 40] Sinceramente, uma premissa dessas é como querer chegar ao Corcovado de barco. Conclusão: é ótimo que os indígenas são reconhecidos como “nossos irmãos”. E é péssimo que os homossexuais não têm o mesmo privilégio. É louvável que os bispos católicos do Brasil querem defender os índios. E é lamentável que – de fato – condenam os homossexuais.
P.S. Nesta reflexão lembrei-me da história de Susana do Antigo Testamento (leia o capítulo 13 do Livro de Daniel). Acusada por dois velhos perversos, estava prestes a ser condenada pela assembleia dos anciãos de Israel (olha a analogia). Deus ouviu a prece da mulher inocente e suscitou o espírito íntegro de um adolescente chamado Daniel, para socorrê-la. Daniel pediu que se ouvisse os dois acusadores separadamente. Inspirado por Deus, o jovem dirige à assembleia dos anciãos uma exortação: Como sois idiotas, israelitas! Sem julgamento e sem formar uma idéia clara acabais de condenar à morte uma mulher israelita! (Dn 13, 48) e, depois, recebe o primeiro dos homens com estas palavras: Ó homem envelhecido na malícia, agora teus pecados vão aparecer, tudo o que já vinhas praticando, ao dar sentenças injustas, condenando o inocente e deixando sair livre o culpado, quando a palavra do Senhor é: ‘Cuidado para não condenar à morte o inocente e o justo!’ (Dn 13, 52-53). Confesso que, ao ler as declarações da CNBB, referentes a homossexuais, tenho vontade de repetir os dizeres de Daniel. O curioso é que os bispos, ao tratarem da “causa indígena”, declaram: É necessário ouvir os povos indígenas (...), bem como combater a violência e proteger a integridade física dos membros de suas comunidades. Pergunto: e não é necessário ouvir e defender os homossexuais? A omissão, neste sentido, é contribuir para a sentença da morte deles! Como sois idiotas, homens envelhecidos na malícia! Sem julgamento e sem formar uma idéia clara acabais de condenar à morte os inocentes! (Cf. Dn 13, 48. 52)
P.S. [2] Mais uma interrogação: se, dentro de uma comunidade indígena, fossem "detectados" alguns homossexuais (o que, sem dúvida, ocorre de fato), esta comunidade não mereceria mais todo aquele cuidado da CNBB? Ou mereceria? O que prevalece nesse caso: a "causa indígena" ou a "questão homossexual"? 
 Hein?

domingo, 15 de maio de 2011

Download – CD Ibiza Weapons 2011

Eu gostei, acho que você tbm vai gosta!
http://2.bp.blogspot.com/-koNoIfSx1xg/Tb99mhw61YI/AAAAAAAAEkg/MZ1wGB9BEeE/s400/ibiza2.jpg
Bom, é simples basta clicar QUI!

Cidadãos por completo

Mossoró se manifesta.
http://www.defato.com/domingo/capa_domingo.jpg
O dia 5 de maio de 2011 entrou para a história brasileira como um dia da vitória contra o preconceito, no voto favorável dos seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao reconhecimento da união estável homoafetiva como entidade familiar.
Em 2011, completou 15 anos que o primeiro pedido impetrado pela então deputada Marta Suplicy deu entrada com projeto na Câmara para que fosse considerada legal a união civil, estável homoafetiva, na época alvo de muitas reações contrárias. De lá para cá muitos direitos foram negados aos casais que viviam essa realidade, como por exemplo o de benefícios previdenciários aos seus companheiros, coberturas de serviços para cônjuges, bens e herança, entre tantos outros direitos que são considerados para os casais heterossexuais.

O advogado e professor da Universidade Potiguar (UnP) Ítalo José Rebouças acompanhou a sessão e trabalhou junto aos seus alunos, esclarecendo o que representa essa decisão em termos de conquistas: "Basta pensar que tudo o que existe em relação aos casais heteros vale agora para os casais homoafetivos. A união homoafetiva é idêntica à união estável e entende-se também agora como unidade familiar, numa interpretação ampla da Constituição."

Ítalo explica que apenas a decisão e os acórdãos dos ministros (publicação de um resumo contendo a decisão) já são suficientes para a sua validade imediata.
"Mas, talvez surja agora a proposta de se elaborar uma lei para especificar a união estável homoafetiva, no entanto a Justiça já colocou que tudo o que se aplica à união estável hetero se aplica à união homoafetiva", diz.
Com a mudança, os casais nessa nova condição de união poderão também adotar uma criança já na condição de casal e não mais como solteiros, obedecendo, é claro, todo o rigor que a Justiça tem para os casos de adoção, independente de serem heteros ou homoafetivos. Outro aspecto interessante é que o reconhecimento de união estável exige um tempo de convivência. Bastará buscar um cartório para a união ser reconhecida com todos os seus direitos.

LUTA
Em cada voto favorável pela união estável de casais homoafetivos na sessão transmitida pela TV, um filme de recordações se apresentava para a funcionária pública G.O., 48 anos, e sua companheira H.V., que há 22 anos vivem assumidamente sua união em Mossoró. O que as impede de se identificar é o preconceito que por anos lhes acompanha como um fantasma, mas que não é forte ao ponto de lhes impedir a felicidade.
Enquanto assistia, G.O. recordava de todos os anos de luta pelo reconhecimento de sua união primeiro em meio à família, depois perante a sociedade e a Justiça. Recordava, também, de todas as reações preconceituosas, como na vez em que dentro da igreja ouviu do padre que pessoas como ela não poderiam participar da celebração, ou dos olhares quando chegava de mãos dadas em restaurantes, do assédio moral que sofreu ao longo dos anos. 

Mas, as lembranças também a levaram a se recordar dos amigos que, como ela, queriam muito esse momento. "Cada voto que era dado eu voltei a um pedaço da minha vida com ela que é minha parceira, minha amiga e amante. Tive vários amigos que morreram no meio do caminho e que não puderam ter essa alegria que eu estou tendo hoje. Amigos que perderam seus parceiros e que quando abriram os seus apartamentos não encontraram nada dentro porque as famílias tinham tirado tudo. Tive amigos que de tanto preconceito desistiram de sua realidade e se suicidaram. Mas, esse é um momento de alegria, inclusive para a nossa família, que sabe o quanto isso é importante para nós. No final da sessão, nossos sobrinhos ligaram, perguntando quando seria a cerimônia de casamento", explica, sorridente, G.O..
G.O. e H.V. contam que em 2009 deram entrada no Fórum Desembargador Silvério Martins, em Mossoró, na Vara de Família, com uma ação pedindo o reconhecimento de que possuem uma união estável e que formam uma família. 

"Não nos deram nem a possibilidade de sermos julgadas. Pediram provas, pediram duas testemunhas, e tudo nós fizemos. Temos conta conjunta, moramos e construímos um lar há 22 anos, trabalhamos juntas há 17 anos, temos depoimentos de amigos, de políticos de prestígio da cidade nos apoiando, e seria difícil ela não dar um positivo, mas veio o preconceito e a juíza preferiu dizer que não existia uma lei que fizesse com que ela julgasse aquela união homoafetiva como família, passando o nosso pedido imediatamente para a Vara Cível, uma atitude de omissão. Nesse dia, eu não tenho vergonha de dizer que eu saí do Fórum e chorei na praça, pela decepção. Ela fez um 'passa-passa' do nosso processo que até a semana passada estava em banho-maria na Justiça", explica G.O..
Isso até a última quarta-feira, quando o advogado do casal resgatou o processo e entregou à Vara de Família novamente, que agora terá de julgar favoravelmente o pedido das duas. "Isso para nós é uma vitória imensa", completa.

Diante do resultado, G.O. conta que chorou e ficou sem reação. Afinal, lutou a vida inteira por esse reconhecimento que, para ela, não é mais do que lhe devolver a cidadania plena, completa a que tem direito, como qualquer outra pessoa.
G.O. e H.V. explicam ainda que já deram entrada no pedido ao cartório para formalizar a união estável e pensam em comprar alianças novas e se farão uma celebração dessa união entre amigos e familiares.
"Quando alguém ou algum órgão perguntar sobre o nosso estado civil, poderemos responder: casadas e não mais 'solteiras', que nunca foi a nossa realidade e até nos constrangia. É uma grande mudança. Apesar de que ainda existe muita coisa a alcançar, posso dizer que hoje estou completamente feliz, porque finalmente somos vistas como cidadãos por completo. Tenho muita vontade de poder celebrar essa união de 22 anos de união, de fidelidade, de respeito com ela, junto aos nossos familiares, aos amigos que nos amam e nos aceitam", reforça G.O...

Fonte: DeFato.

sábado, 14 de maio de 2011

Evolução - Governo do Estado do Rio realizará cerimônia de casamento com 50 casais Gays

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A Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro realizará no dia 10 de junho uma cerimônia que pretende oficializar a união estável de 50 casais Homossexuais.

A iniciativa tem parceria com a Defensoria Pública e faz parte da campanha "Rio Sem Homofobia". "Já temos 35 casais interessados e a expectativa é grande. Se houver mais de 50 interessados, vamos trabalhar para atender a todos", disse Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais e Difusos.

Os casais que não têm condições de pagar a taxa para o registro de União Homoafetiva, que gira em torno de R$ 200, poderão apresentar atestado de pobreza e receber a isenção do pagamento. Cada casal terá o direito de levar cinco familiares.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Violência contra homossexuais


Desabafo!
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A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.

Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência à existência de mulheres e homens homossexuais. Apesar dessa constatação, ainda hoje esse tipo de comportamento é chamado de antinatural.

Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (ou Deus) criou órgãos sexuais para que os seres humanos procriassem; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).

Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca?

Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?

Se a homossexualidade fosse apenas perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de espécies de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.

Em virtualmente todas as espécies de pássaros, em alguma fase da vida, ocorrem interações homossexuais que envolvem contato genital, que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.

Comportamento homossexual envolvendo fêmeas e machos foi documentado em pelo menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.

Relacionamento homossexual entre primatas não humanos está fartamente documentado na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no Journal of Animal Behaviour um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.

Masturbação mútua e penetração anal fazem parte do repertório sexual de todos os primatas não humanos já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.

Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas rigorosas.

Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela simples existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por capricho individual. Quer dizer, num belo dia pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas como sou sem vergonha prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.

Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.

A sexualidade não admite opções, simplesmente é. Podemos controlar o comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.

Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países fazem com o racismo.

Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais na vizinhança, que procurem dentro das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal costumam aceitar a alheia com respeito e naturalidade.

Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.

Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser fascistas a ponto de pretender impor sua vontade aos que não pensam como eles.

Afinal, caro leitor, a menos que seus dias sejam atormentados por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu trinta anos?

PARA QUE VAI FAZER - Enem terá duas edições em menos de um ano, diz MEC.

Prova deverá acontecer nos dias 22 e 23 de outubro.
Ministério prepara uma outra edição para maio de 2012.

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O Ministério da Educação (MEC) vai publicar na próxima semana o edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Serão realizadas duas edições do exame em menos de um ano. A primeira deverá acontecer nos dias 22 e 23 de outubro.  A outra prova deve ser marcada para maio de 2012. A assessoria do MEC confirma as duas edições neste período, mas as datas oficiais serão anunciadas no edital.
Com uma prova marcada para o primeiro semestre de 2012, confirma-se a intenção do MEC em aplicar duas edições do Enem por ano. Em recente entrevista ao G1, o ministro Fernando Haddad disse que a realização de duas edições "dependeria de muita gente", como os organizadores, gráficas e esquema de segurança envolvidos, e que o processo seria aperfeiçoado para evitar problemas em edições passadas, como o vazamento de provas em 2009 e os erros de impressão em um lote de provas em 2010.  "Eu, sinceramente, acho que o processo de 2010 foi muito melhor que o de 2009. Então, eu entendo que o de 2011 será melhor que o de 2010", disse o ministro.
O MEC deu início em 2009 a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país. No ano passado, foram ofertadas 83 mil vagas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais.
Em 2010, mais de 4 milhões de candidatos se inscreveram para participar do exame.A participação no Enem também é pré-requisito para os estudantes interessados em uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni). No total, 59 instituições utilizaram o Enem integral ou parcialmente como forma de acesso dos candidatos no ingresso à universidade.
* Com informações da Agência Brasil 
 
Eu vou fazer, vamos?

Você gosta de homem ou de mulher?

Vice-diretora baiana é exonerada do cargo após questionar opção sexual de aluno de 11 anos.
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BAHIA - Foi exonerada do cargo nesta sexta-feira (13) a vice-diretora da Escola Estadual Armandina Marques, Magnólia Oliveira, que perguntou a preferência sexual de um aluno de 11 anos. A orientação repassada a todos os gestores de escolas públicas é de atuação pedagógica na perspectiva de construção do indivíduo e sua cidadania, com inclusão social, de gênero e de respeito à diversidade, informa nota da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.
A ex-gestora Magnólia suspendeu o aluno por dois dias após ter flagrado a criança, segundo ela, “fazendo ousadia e indecência” com um colega, na última sexta-feira (6). “Eu estava balançando a cabeça de um colega e a vice-diretora perguntou se eu gostava de homem ou de mulher”, relata a criança.
O tal colega não foi suspenso porque a então vice-diretora compreendeu que ele estava sendo assediado. Magnólia ainda escreveu uma carta para a mãe do garoto o chamando de “menino indecente” e repetindo a pergunta sobre a preferência sexual.
Ela perguntou a ele se preferia o sexo feminino ou masculino e no final me mandou prestar atenção no meu filho. Eu acho que nessa carta, ela afirmou o que disse ao meu filho. Porque ela me mandou prestar atenção nele? Eu sei o sexo dele. Ele é uma criança!, desabafou a mãe do garoto, que não quis se identificar.
Em entrevista à TV Bahia na última quinta-feira, Magnólia admitiu que fez o questionamento para a criança. “Meu filho, como é que você faz um negócio desses? Você gosta de homem ou de mulher? Você é uma criança!. Eu redigi para que a mãe conversasse com seu filho”, explicou a diretora.
Magnólia é concursada e continua na Secretaria da Educação, atuando como professora.

Só o que faltava, deixe os meninos mulher!

Eu sou gay e isso é bom! I like!

Prefeito gay de Berlim virá ao Brasil lançar autobiografia e conhecer lideranças sobre movimento pró-casamento civil gay.
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BERLIM - O prefeito Klaus Wowereit, vem ao Brasil em setembro lançar sua autobiografia, ‘Eu Sou Gay e Isso é Bom!’, que escreveu na época de sua campanha política para desestimular os tablóides a divulgar fatos não verídicos sobre sua vida sexual.
Será ciceroneado pelo arquiteto Chico Vartulli, que projeta há três anos o ‘Camarote do Brasil’ no Carnaval da Cultura na capital alemã.
Klaus quer conhecer lideranças brasileiras do movimento pró-casamento civil gay.

Adoro!
Após bate boca, senadora do PSOL entra com representação contra Bolsonaro.

O nome dela é MARINOR BRITO do PSOL (PA). Enfrentou sozinha o retardado do Bolsonaro que ficou falando em heterofobia em vão, pois ninguém o levou a sério. Esse partido, o PSOL, é o mesmo que nas últimas eleições teve a coragem de colocar no horário político gratuito um beijo gay que virou polêmica em todo país. Logo após o bate boca que se deu na sessão que decidiu pelo adiamento da votação da lei anti-homofobia, na Comissão de Direitos Humanos do Senado.
Eu morri de rir aqui em casa, assistindo pelo Jornal Nacional. Queria mesmo que ela metesse a mão na cara desse safado. Mas ela fez melhor, entrou nesta quinta-feira (11) com uma representação contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) na Procuradoria do Senado. Vamos ver se dessa vez a coisa anda, pois não aguento mais assinar petições virtuais para a cassação desse cara. Mas fica a dica, nas próximas eleições vamos ficar de olho no PSOL, pois é o único que se manifesta abertamente seu apoio aos LGBTs.

Eu só digo uma coisa; Tome cuidado seu Bolsonaro, se as bixas te pegar, você está lascado literalmente!
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E aí, deu pra gozar? Espero que sim, ficamos muito grato com sua satisfação. Obrigado pela visita e volte sempre!